Copacabana: o clássico que nunca sai de moda

O bairro onde o Rio se encontra com o mundo


Copacabana é daquelas paixões que a gente nem tenta explicar. Basta chegar e sentir. É o calçadão preto e branco mais famoso do planeta, as barracas sempre cheias, o mar que chama pelo nome e o vai e vem de turistas e moradores que fazem a vida acontecer na orla sem pausa.

Aqui, cada pedaço da praia conta uma história. Tem o Posto 6 para quem gosta de águas mais tranquilas e quer ver os barquinhos indo e vindo do Forte. Tem o canto do Leme com suas rodas de samba, quiosques animados e a sombra gostosa do Morro do Leme. E tem a imensidão do meio da praia, com sol, esporte, famílias, amigos, gente que chega, gente que volta e gente que parece nunca ter ido embora.

A qualquer hora do dia, Copacabana tem um papel diferente na cidade. De manhã, ela acorda com os caminhantes e corredores que disputam espaço com gaivotas curiosas. À tarde, é alegria espalhada pelas areias. Quando o sol desce atrás das montanhas, vira espetáculo e aquele ritual carioca de bater palma que transforma o fim do dia em celebração. E de noite, os bares, os hotéis históricos e as luzes da avenida assumem o protagonismo.

Mas engana-se quem pensa que Copacabana é só praia. É cultura viva. É o Forte, guardião de vistas inesquecíveis. É o Copacabana Palace, que guarda memórias de artistas e estrelas de todas as épocas. É o comércio pulsante, a boemia, a comida boa e a facilidade de estar perto de tudo.

Se hospedar em Copacabana é viver o Rio em sua versão mais clássica e democrática. É ter o metrô ali do lado, o mar logo em frente, o Leme como vizinho e Ipanema pertinho para quando bater a vontade de explorar. É experimentar o Rio como quem sabe que está no centro de tudo.


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